Antigamente, nas aulas de Catecismo, ensinava-se que há quatro pecados piores que todos. São os pecados que bradam aos Céus e pedem a Deus vingança. São eles:
- Homicídio
- Oprimir a viúva e o orfão
- Não pagar o justo salário a quem trabalha
- Pecar contra natureza
Não apenas a Europa setentrional chafurda na lama imunda do gayzismo, mas até o nosso país já prepara-se para criar uma geração de gayzistas. Pergunto-me como podem os pais permitir passivamente que seus filhos sejam vítimas desse experimento?
Aqui em Lavras, na escola dos meus filhos, uma professorinha moderninha, que é doutoranda em sexualidade, ou coisa parecida, mas igualmente imoral, na UFLA, fez a gracinha destribuir preservativos durante uma aula de biologia. Assim que soubemos, fomos reclamar à diretoria e tiramos nossos filhos dessa escola. É o mínimo que um pai deve fazer.
É reagir enquanto podemos. Mais 10 ou 20 anos e até mesmo as escolas confessionais vai ter ensino transgênero obrigatório. A matéria abaixo é de arrepiar os cabelos.
Bonecas são para menino? Em algumas escolas, sim
Colégios incentivam crianças a brincar com o que quiserem, sem distinguir gênero
04 de maio de 2013
No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de 4
anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e
maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos
depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o
colega Artur Bomfim, de 5 anos, que há pouco brincava de casinha.
Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São
Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da
educação infantil - com idade entre 3 e 5 anos - transitam da boneca ao
carrinho sem nenhuma cerimônia.
"O objetivo é deixar todas as opções à disposição e não estimular
nenhum tipo de escolha sexista. Acreditamos que, ao não fazer essa
distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é
tarefa de mulher e o que é atividade de homem", explica a coordenadora
pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero.
Trata-se de um "jogo simbólico", atividade curricular da educação
infantil adotado por um grupo de escolas que acredita que ali é o espaço
apropriado para quebrar alguns paradigmas. A livre forma de brincar
visa a promover uma infância sem os estereótipos de gênero - masculino e
feminino -, um dos desafios para construir uma sociedade menos
machista.
"Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e
isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela
não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde", afirma
Claudia Cristina Siqueira Silva, diretora pedagógica do Colégio Sidarta.
"Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena,
reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta
de azul."
Por isso, no colégio em que dirige, na Granja Viana, o foco são as
chamadas brincadeiras não estruturadas, em que objetos se transformam em
qualquer coisa, a depender da criatividade da criança. Um toco de
madeira, por exemplo, pode ser uma boneca, um cavalo ou um carrinho.
"Quanto menos referência ao literal o brinquedo tiver, menos espaço
haverá para o reforço social", diz Claudia.
A reprodução dos estereótipos acontece até nas famílias que se
enxergam mais liberais. Ela conta que recentemente, em uma brincadeira
sobre hábitos indígenas, um menino passou batom nos lábios. Quando a mãe
chegou para buscá-lo, falou de pronto: "Não quero nem ver quando seu
pai vir isso".
"Podia ser o fim da experimentação sem preconceitos, que não tem
qualquer relação com orientação sexual. Os adultos, ao não entenderem,
tolhem essa liberdade de brincar por uma ‘precaução’ sem fundamento",
afirma Claudia.
Visão de gênero. Se durante a primeira infância
esses estímulos são introjetados sem que a criança se dê conta, ao
crescerem um pouquinho - a partir dos 5 anos -, elas já expressam
conscientemente a visão estereotipada que têm de gênero.
No Colégio Santa Maria, no momento de jogar futebol, os meninos
tentavam brincar apenas entre eles, não permitindo que as meninas
participassem. Foi a hora de intervir. "Explicamos que não deveria ser
assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os
cozinheiros de uma das brincadeiras", diz Cássia Aparecida José
Oliveira, orientadora da pré-escola da instituição.
Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis
cor-de-rosa - convite recusado por alguns. "Muitos falam ‘eu não vou
brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino’. Nesses
casos, a gente conversa com a família. Entre os convocados, os pais de
meninos são a maioria. "Um menino gostar de balé é sempre pior do que
uma menina querer jogar futebol. E, se não combatemos isso, criamos uma
sociedade machista e homofóbica."
O embate é árduo e é preciso perseverança. Mesmo no Colégio Equipe,
aquele em que as crianças se alternam entre o cabeleireiro e o
escritório, alguns comentários demonstram que a simulação da casinha é
um primeiro passo na construção de um mundo menos machista. O pequeno
Artur, de 5 anos, se anima ao participar da brincadeira. Mas, em um dado
momento do faz de conta, olha bem para a coleguinha e avisa: "Eu sou o
marido. Vou sair para trabalhar. Você fica em casa".