Por que ser contra a Revolução?

Se a Revolução é a desordem, a Contra-Revolução é a restauração da ordem. E por ordem entendemos, a paz de Cristo no Reino de Cristo. Ou seja, a Civilização Cristã, austera e hierárquica, fundamentalmente sacral, anti-igualitária e anti-liberal.
Dr. Plínio Corrêa de Oliveira

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Quem converteu quem?

S.S. Francisco e Raul Castro, presidente comunista de Cuba

Conforme amplamente noticiado, o presidente cubano declarou que já leu e ouviu muito sobre o Papa Francisco e que se ele, Francisco, continuar "assim" ele, Raul Castro, retornará à Igreja. Raul Castro, o irmão mais jovem de Fidel, não explicitou o que quis dizer com "assim" (em outra tradução: "nesse veio"), mas não é difícil deduzir. Afinal, Raul Castro declarou também que sempre estudou em escolas jesuítas, o que explicaria muito.

Como fica patente que Raul Castro não deixou de ser comunista, ficamos por saber quem converteu a quem.

Procurados

Acredito que existam petistas honestos (e iludidos). No entanto, as lideranças petistas não passam de quadrilheiros organizados em partido para assaltar o Estado. Note-se que não é como a corrupção "clássica", à moda antiga, onde a roubalheira tinha um caráter pessoal, coisa de amigalhaços. A corrupção petista é inerente ao próprio PT e tornou-se sua segunda natureza, como uma espécie de Mr. Hyde por trás do Dr. Jekyll. A única solução possível é a dissolução do PT por crimes de lesa-pátria.

E, infelizmente, embora seja duro, é preciso admitir: a CNBB é hoje o principal sustentáculo do PT. A mãe não abandona seu filhote jamais.

sábado, 9 de maio de 2015

Com Fachin no STF, família e propriedade em risco

Original no blog Radar da Mídia.
 
A Presidente Dilma Rousseff indigitou, há algumas semanas, o advogado e professor Luiz Edson Fachin para ocupar a vaga do Supremo Tribunal Federal aberta com a saída prematura do Ministro Joaquim Barbosa. Para ser aprovado, seu nome precisa ainda passar por sabatina no Senado.
Logo que foi conhecido, o nome de Fachin começou a enfrentar resistências de variadas índoles.

De acordo com opiniões, nos meios jurídico e político, Fachin está envolvido em episódios na sua carreira profissional – supostas irregularidades cometidas enquanto foi procurador do Estado do Paraná – que deitariam sombras sobre uma das exigências para o cargo de Ministro de Supremo Tribunal, a “ilibada reputação”. Motivo pelo qual sua sabatina já foi adiada duas vezes.

Além disso, a indicação da Presidente não deixou de chocar amplos setores da sociedade, uma vez que Dilma Rousseff preferiu apostar na radicalização política.

O Brasil vive um clima de crescente e público descontentamento em relação à Presidente, a seu mentor político, Lula, ao Partido dos Trabalhadores e à agenda ideológica que estes tentam impingir ao País. Entretanto, Dilma Rousseff, ao indicar o nome de Luiz Edson Fachin, um advogado das causas do MST, chegado ao sindicalismo da CUT e simpatizante do próprio PT, apostou precisamente no reforço desta agenda de esquerda, aparelhando a Suprema Corte do País.

Inequívoca influência marxista
Quem se debruça um pouco sobre os escritos de Luiz Edson Fachin – disponíveis na Internet para quem os quiser consultar – não tem dificuldade em notar a inspiração marxista de seu pensamento.

A dinâmica social para ele se centra na luta de classes entre oprimidos e opressores, e considera que a presente estrutura jurídica acaba por causar uma exacerbação das desigualdades. Favorável a uma igualdade radical e anti-hierárquica, Luiz Edson Fachin mostra-se, no campo das relações familiares, contrário ao modelo exclusivo da “matrimonialização da família” e considera a propriedade privada uma perversão humana.

Fazendo eco ao slogan de “um outro mundo é possível”, dos Fóruns Sociais Mundiais (que reúnem as esquerdas radicais dos mais diversos países) Luiz Edson Fachin afirma que é necessário “sonhar com outro porvir”. Ou seja, uma ordem socialmente orientada a nivelar os indivíduos (o Homem Coletivo).

Para Fachin, trata-se de “produzir alterações estruturais, reforma econômica e social de tendência nitidamente intervencionista e solidarista”, atingindo de maneira frontal o tratamento jurídico da propriedade e da família.

Propriedade e “função social” Em seus escritos, Luiz Edson Fachin, investe decididamente contra a propriedade privada no campo, atacando o que qualifica como “modo de produção capitalista” que, segundo ele, causa crescente apropriação dos bens e riquezas por parte de uma minoria, em relação a uma maioria da população explorada em sua força de trabalho.
Por isso, torna-se necessário, para Fachin, o “redimensionamento do direito de propriedade” que o subordine a sua “função social”, um jogo de palavras que considera a função social como antagônica à própria propriedade privada, rumo à extinção desta.

Um adversário da família cristã Fachin também se mostra um adversário da instituição familiar, concebida segundo a Lei Natural e os princípios cristãos, e tão relacionada com a mentalidade e os costumes do povo brasileiro.
Ele propugna a busca de uma “estrutura familiar justa e inclusiva” com a “superação do estatuto jurídico da família monogâmica”, em que todas as relações possam ser reconhecidas como “familiares”, em nome dos princípios da afetividade e do direito à busca da felicidade e do bem-estar.

Seus escritos, em matéria de família – envoltos em empoladas sentenças – não são desprovidos de certa arrogância de uma esquerda bem-pensante. Por isso Fachin afirma, com despeito, que grassa hoje no Direito de Família, tanto em tratados como nos tribunais, “um coro crédulo e entusiástico da manualística rasteira, uma gosma com verniz de epidérmico conhecimento provinciano e surreal”.

Ativismo judicial no Supremo Tribunal Federal
Ao considerar em breves traços o pensamento jurídico de Luiz Edson Fachin cabe uma dúvida: qual a importância destas opiniões doutrinárias para alguém que, uma vez ministro do Supremo Tribunal Federal, passará a ser um “guardião da Constituição” e, portanto, a julgar segundo o texto desta? É precisamente neste ponto que se encontra o maior perigo.

Adepto de uma profunda reforma da ordem jurídica, Luiz Edson Fachin vê o Direito como tendo um papel dialético de “promover a emancipação”. Defensor de que a constitucionalidade das regras se altere de acordo com as mudanças da sociedade “pela força criadora dos fatos”, ataca o dogmatismo enclausurado dos acomodados. Fachin mostra-se assim um defensor do ativismo judicial, o qual aplicará indubitavelmente em suas decisões no STF.

Misteriosas cumplicidades
É muito estranho que no campo dito “oposicionista” se encontrem defensores do nome de Fachin para o Supremo Tribunal Federal. Ressalta, desde logo, a defesa apaixonada feita pelo Senador Álvaro Dias. E, conforme o noticiário, também José Serra seria favorável ao nome de Fachin.

Esta talvez seja uma das mais estranhas lições da presente e grave crise do Brasil. O projeto autoritário de poder do PT – de conotações ideológicas inequívocas, destruidor das instituições do Estado e mentor de uma tentacular máquina de corrupção – só sobrevive pela moleza, conivência e cumplicidade de uma “oposição” que finge ser aquilo que não é.

Torna-se, pois, necessária, mais do que nunca, uma pressão da sociedade sobre os Senadores para que não aprovem o nome de Luiz Edson Fachin para a vaga do Supremo.

Seu pensamento jurídico constitui uma ameaça à preservação dos institutos da Família e da Propriedade no Brasil.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

A carta de D. Rifan e os linchadores morais da CNBB

Li a carta que D. Fernando Âreas Rifan escreveu em seu blog pessoal criticando aqueles que se excedem em rudeza em seus comentários à CNBB, instituição da qual S.Exa.Revma. faz parte. Leia aqui.

Uma interessante análise do caso já foi feita no blog Deus lo Vult.

Diga-se que D. Rifan é o ÚNICO bispo do mundo dedicado exclusivamente à Tradição católica. Há ainda na Igreja muitos outros bons bispos e cardeais, conservadores e tradicionais, mas D. Rifan é o único que o Vaticano permite que esteja à frente de uma congregação tradicional. Também deve ser dito que o artigo foi publicado no site da CNBB e é provável que vá provocar celeuma também nas hostes modernistas pois D. Rifan escreveu belas e corajosas frases como esta:

"Assim, quem quer que defenda partidos ou grupos que pregam a revolução social, a luta de classes, o igualitarismo total, a negação do direito de propriedade e a ideologia de gênero, não me representa nem pode falar em meu nome nem em nome da Igreja."

Quanto aos críticos da CNBB, é evidente que D. Rifan está no geral correto. Um bispo católico, por pior que seja, merece ser respeitado pelo simples fato de ser bispo, simplesmente(!) por ser um sucessor dos apóstolos.

No entanto, é necessário ponderar dois aspectos:
(i) A disparidade de números e de forças entre aqueles que insultam a CNBB e aqueles que, podendo e devendo falar, silenciam-se comodamente; e
(ii) A relação de causa-e-efeito entre esses dois grupos.

i) Vejo pela internet afora não mais que meia-dúzia de leigos desbocados, geralmente bem jovens, que ocasionalmente dizem cobras e lagartos da CNBB, que - é preciso lembrar - inclui em sua estrutura funcional não apenas bispos, mas também padres e leigos, alguns dos quais nem sequer disfarçam suas opções partidárias, mesmo ao falar em nome da CNBB (procure por "Daniel Seidel" no facebook, por exemplo). Ainda que minha visão de conjunto seja limitada, os "linchadores" da CNBB no Brasil todo não passam certamente de umas poucas centenas. Por outro lado, vejo não meia-dúzia, mas dezenas de milhões de leigos que, seguindo as orientações da CNBB, tornam-se cada vez mais protestantizados e/ou comunistizados.

Vejo também muitos padres e bispos, sóbrios, moderados e influentes, que deviam fazer e dizer algo para que a CNBB cumprisse sua autêntica missão, mas inexplicavelmente pouco ou nada fazem. O corporativismo é, com as devidas exceções, regra de ouro entre o clero. Compreensível, mas lamentável.

ii) Independente da opinião que se tenha sobre ela, é óbvio que a CNBB tem falhado em seu propósito de defender o Catolicismo no Brasil. Isso não é uma questão de opinião. Isso é um fato facilmente comprovado. Afinal, a Igreja no Brasil perde um milhão de fiéis por ano para as seitas protestantes e o divórcio, o sexo pré-marital, os anti-concepcionais, o aborto e o casamento gay são hoje tristes realidades num país que era 95 % católico meros 50 anos atrás, mais ou menos quando a CNBB foi fundada.

Assim, é preciso considerar o que é causa e o que é efeito nessa equação. Os "linchadores" da CNBB não são certamente a causa do declínio do Catolicismo no Brasil e nem muito menos têm responsabilidade pela orientação esquerdista desta conferência, cujo fundador, D. Hélder Câmara, por algum motivo era chamado de "bispo vermelho". É de chamar a atenção - e de revoltar o estômago - que as instituições tradicionalmente inimigas da Igreja só tenham elogios para CNBB. Já devem fazer uns bons 50 anos que um líder comunista (ou pedreiro-livre ou protestante ou homossexual) não critica publicamente a CNBB. Os críticos da CNBB nas últimas décadas são justamente aqueles que têm orgulho e zelo (ainda que nem sempre bem ordenado) em ser católicos. Por algum motivo será.

Remova-se a causa (o marxismo cultural da CNBB) e o efeito (os detratores da CNBB) cessará.

A Catarse da Tragédia Grega segundo Aristóteles

Com a postagem abaixo, encerro minha análise da arte no pensamento de Platão e Aristóteles. Foi publicada recentemente (2013) pela ótima editora É Realizações o Introdução às Artes do Belo, de Étienne Gilson, que espero ainda ler até o fim deste ano, quando talvez retorne ao tema.

Essas postagem mereceram alguns comentários do Prof. O. Braga em seu blog Algol Mínima. Aos interessados em filosofia da arte, sugiro as seguintes pertinentes postagens: esta e esta.

Ainda não li, mas a julgar pelo autor, vale bem os 59 reais. Num mundo onde a arte moderna faz o elogio da feiúra, é sempre saber o que pensavam os antigos sobre a Beleza.
A palavra catarse, em seu original grego, tem basicamente dois significados. Seu significado literal é o de purgação de líquidos e substâncias do corpo humano. Seu significado metafórico-religioso é o de purificação ritual, livrando a alma de seus males. Seu uso por Aristóteles em sua obra sobre as artes, a Poética, ilustra também como em mais esse aspecto o Estagirita soube seguir um caminho diferente de seu mestre, que tinha tão baixa opinião sobre o teatro e a arte da tragédia. 

Aristóteles famosamente escreve na sua Poética que “a tragédia é mimese de uma ação (...) que, por meio da piedade e do temor, realiza a catarse de tais emoções.” Parece evidente que o Estagirita fala em sentido metafórico, mas ele obviamente não está falando de um ritual de purificação. Note-se, contudo, que um eventual efeito da catarse sobre as virtudes é muito diferente do prescrito por Aristóteles na Ética Nicomaquéia. A ética aristotélica busca alcançar, por meio da razão, a justa medida. Não há na ética aristotélica nada que diga que as paixões e emoções devam ser removidas para alcançar-se, por eliminação, a justa medida. Ao longo dos séculos, algumas interpretações do significado de catarse foram oferecidas pelos comentadores do Filósofo.

Como a ética aristotélica é baseada na mediania entre dois vícios opostos (a coragem, por exemplo, é o meio termo entre a covardia e a temeridade), a interpretação mais comum até o século XVIII tendia a ver a catarse como uma purificação das paixões. Assistir e emocionar-se com a encenação de uma tragédia eliminaria as perturbações da alma (o medo, a angústia etc.), deixando a alma tranquila e mais virtuosa. O receio de cometermos os mesmos erros dos heróis trágicos induziria na plateia o desejo de levar uma vida virtuosa pautada pela prudência. Era essa basicamente a opinião de grandes autores de tragédias modernas como Corneille (1606-1684).

O século XIX, certamente influenciado pelo positivismo, verá o surgimento de uma interpretação completamente diferente para a catarse mencionada por Aristóteles. Baseando-se numa passagem da Política* e rejeitando qualquer sentido moral para a catarse, foi proposto por comentadores que a tragédia teria um efeito psiquiátrico benéfico sobre aqueles afetados por psicopatias diversas. O teatro grego seria assim como uma espécie de divã coletivo, onde os helenos curariam suas neuroses. 

A tese medicinal é difícil de ser aceita sem reservas pois as tragédias têm um óbvio sentido moral e era nesse sentido que os gregos clássicos as viam e entendiam. No entanto, de certa maneira, é possível aceitar que as tragédias tenham um efeito positivo sobre a psique humana, ao induzir a valorização da moderação/prudência, e consequentemente resultem numa diminuição de desequilíbrios emocionais. Nessa linha, comentadores nossos contemporâneos atribuem às tragédias um sentido catártico, pois elas fariam com que seus espectadores se lembrassem de situações trágicas vividas por eles próprios, identificando-se assim com o herói trágico. Conforme a trama se desenrola, a plateia é induzida a ter piedade do herói trágico, mesmo entendendo que ele cometeu erros gravíssimos. Como há uma identificação entre o herói e cada um na plateia, o público da tragédia sente-se reconfortado/aliviado pelo sentimento de piedade evocado, mesmo diante de erros cometidos. 

* "A algumas almas sucede serem tomadas de forte emoção. (...) Sob influência dessas emoções, alguns são possuídos, e nós os vemos, sob influência de melodias que colocam a alma fora de si, restabelecidos como se tivessem recebido tratamento medicinal e purgação (catarse)." Aristóteles (Política, VIII, 1342-4).

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A Conferência Episcopal Alemã espalha seus erros

Parece piada, mas não é: O presidente da Conferência Episcopal Alemã, rosado e sorridente, é o Cardeal Marx.
 A Conferência Episcopal Alemã atingiu tal ponto de sordidez que não cabe mais nas fronteiras desse país. Não é que a Alemanha seja um país pequeno. É a sordidez que é grande.

No ano passado, a maioria dos bispos alemães reunidos em conferência votou a favor da comunhão para os recasados, publicando seus achados na internet. Para minha surpresa, os hereges alemães (pois não há outra palavra que os defina) mandaram traduzir suas conclusões para inglês, francês, italiano e espanhol na esperança que o erro se propague por outras terras além-fronteiras. Não são apenas hereges. São hereges heretizantes. Por sorte, o português ficou de fora ou porque julgam que nossa língua é pouco importante ou porque acham que a CNBB dá conta do trabalho sem precisar de ajuda.

O documento, aprovado pela Conferência Episcopal Alemã e por ela traduzido para o espanhol, entre outras línguas, é intitulado "Caminos teológicamente responsables y pastoralmente Adecudos para el acompañamiento pastoral de los divorciados que se han vuelto a casar". Para não colaborar com a sordidez, excuso-me de informar o link, que está no site da conferência episcopal alemã, mas no dito documento podem-se ler entre outras pérolas:

"La gran mayoría de los obispos [alemães] se pregunta si, pese a lo anteriormente señalado, no habría razones teológicas que permitirían, en determinadas condiciones, facilitar a las personas divorciadas que se han vuelto a casar el acceso a los sacramentos de la penitencia y de la comunión, en caso de que la anulación jurídica no sea viable."

"A muchos de los afectados les parece moralmente cuestionable el consejo eclesiástico de llevar una vida matrimonial o en común carente de relaciones sexuales, (...). Se trata, por regla general, de un consejo demasiado exigente que equivale a pedirles observar el celibato a personas que no tienen vocación para ello. (...) Precisamente en materia de sexualidad, matrimonio y familia hay que escuchar y analizar atentamente el sentido de la fe de los fieles. Si hay fieles practicantes y comprometidos con la Iglesia que consideran ofensivo el trato pastoral que se les da a los divorciados casados de nuevo, debemos preguntarnos seriamente si las Escrituras y la tradición no ofrecen algún otro camino."

Não por acaso, acabo de ler que os católicos da Suiça, segundo dizem seus pastores, também declararam-se a favor da comunhão para os recasados. Ler aqui.

E Balthasar tinha razão!

O processo de canonização de D. Hélder Câmara foi acolhido no Vaticano. O bispo vermelho, o religioso da imanência, é agora um Servo de Deus. Se sua causa prosperar, será declarado santo, o que significa que foi acolhido no Céu por Nosso Senhor.

Quem não sabe o que foi D. Hélder pode ler aqui.

Diante da possibilidade, infelizmente concreta, da canonização de D. Hélder não podemos senão lamentar e lembrar que talvez o teólogo Hans Urs von Balthasar, o favorito de São João Paulo II, esteja certo: O inferno existe mas está vazio.

Afinal, se D. Hélder não está lá, quem estará?